Turismo
Hotel Royal
- Cliente
- Residencial S. Jorge
- Áreas de Atuação
- Arquitectura
- Ano
- 2015
- Localização
- Porto, Portugal
Projeto de licenciamento para regularização e reativação de unidade de alojamento existente, com reorganização funcional e correção de incongruências processuais. A proposta assegura a continuidade do uso hoteleiro, respeitando a morfologia e o enquadramento urbano.
Sobre o Projeto
O projeto incide sobre um edifício de uso hoteleiro em funcionamento desde os anos 80, visando a regularização administrativa e a retoma de um processo de licenciamento anteriormente considerado caducado. A intervenção centra-se na clarificação do enquadramento legal do edificado e na consolidação das soluções existentes.A proposta mantém a volumetria, a organização geral e os usos consolidados, promovendo a adequação funcional dos espaços interiores e a correta integração urbana, sem introduzir alterações significativas à imagem arquitetónica do edifício.
Reabilitação e Continuidade Funcional
O conceito baseia-se na reabilitação responsável de um edifício existente, conciliando a continuidade do uso hoteleiro com a correção técnica e regulamentar, valorizando a estabilidade funcional e a integração no tecido urbano consolidado.
Memória descritiva
A presente proposta visa a regularização e o licenciamento de alterações efetuadas num edifício de uso hoteleiro em funcionamento desde a década de 1980, na sequência da caducidade do alvará sanitário anterior, motivada pela execução de obras não licenciadas e pela existência de incongruências processuais.O edifício desenvolve-se em piso térreo e três pisos elevados, com aproveitamento de sotão, mantendo a volumetria, a cobertura e a organização geral consolidadas desde licenciamentos anteriores. A proposta clarifica a conformidade do aproveitamento do sotão, das alterações de compartimentação interior e da ocupação funcional dos pisos, não se verificando alterações sujeitas a licenciamento em matéria de áreas ou volumetria edificada.As intervenções incidem essencialmente na regularização documental, na adequação funcional dos espaços interiores e na representação correta das fachadas e da cobertura, assegurando o enquadramento no PDM, a compatibilidade com as infraestruturas existentes e a manutenção da integração urbana do edifício. Não se prevê a criação de estacionamento, sendo requerida a respetiva dispensa, nem alterações aos arranjos exteriores.
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